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Disque Denúncia aumenta para 5 Mil a recompensa por informações que prendam o miliciano Edmílson Gomes Menezes

11/9/2020



O Portal dos Procurados do Disque Denúncia divulga cartaz para ajudar a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais – DRACO-IE e a Delegacia de Homicídios da Capital – DH/Capital, com informações que localizem e prendam Edmilson Gomes Menezes, o “Macaquinho”, de 35 anos. Ele foi denunciado em novembro de 2018, pelo Ministério  Público Estadual como sendo integrante e um dos líderes da milícia que atua no bairro do Campinho, nas comunidades do Fubá (Cascadura), Quiririm (Valqueire), Caixa D´Água (Quintino), todos na Zona Norte do Rio, além de Chacrinha (Praça Seca) e Jordão (Taquara), ambas na Zona Oeste. 

Anteriormente, a recompensa oferecida era de R$ 1 mil reais.

Macaquinho aparece na investigação no topo da hierarquia da quadrilha. A ele, segundo a Polícia, cabe toda decisão fundamental pertinente à engrenagem criminosa, como a disposição dos “soldados” da milícia em pontos fundamentais, as estratégias de “guerra” do bando, a aquisição de novos armamentos e a distribuição e controle de funções de seus subordinados.

De acordo com a denúncia do GAECO/MPRJ, a partir de inquérito instaurado pela DRACO, apurou-se que dentre os crimes praticados pela organização criminosa de Macaquinho, estão a extorsão a moradores, comerciantes e demais empresários a pretexto de oferecer serviços de segurança; o comércio ilegal de armas de fogo e o tráfico de drogas. Há também indícios da prática de homicídios com características de “justiçamento” e a exploração ilegal do comércio de gás e sinais clandestinos de internet e televisão a cabo, das regiões onde seu grupo paramilitar mantém o domínio.

Edmilson Gomes recebe, segundo investigações, apoio do também miliciano Wellington da Silva Braga, o Ecko, para agilizar a tomada das favelas da região que ainda continua sendo controlada por traficantes.

Recentemente, ocorreu uma guerra na região da Praça Seca, entre milicianos e traficantes, para tomadas dos pontos de drogas na região. Informações ligam o histórico de violência na região ao grupo conhecido como "Escritório do Crime". Isso porque, a milícia que atua em favelas da região, em Jacarepaguá, tem uma estreita relação com o "Escritório do Crime" – grupo de matadores de aluguel que teve um dos chefes preso.  Leonardo Gouvêa, o Mad, foi preso em casa, na Vila Valqueire.

Foi a Delegacia de Homicídios e o Ministério Público que descobriram o vínculo. A informação surgiu durante o depoimento de um integrante do próprio grupo de mercenários. O criminoso fez um acordo de delação premiada e revelou que o bando estaria por trás de assassinatos, como o do major da PM Alan Luna, em 2018, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Na semana passada, dia 04/09, a Draco prendeu Ronaldo Julio Petersen de Freitas, conhecido como "Cavalo". Contra ele existiam dois mandados de prisão pelos crimes de associação criminosa, porte ilegal de armas e roubo qualificado. Ele seria homem de confiança de "Macaquinho". Ainda segundo as autoridades, "Cavalo" era responsável por "extorsão dos comerciantes locais mediante grave ameaça.

Já contra Edmilson Gomes Menezes, constam quatro mandados de prisão, pelos crimes de Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), I e IV; Homicídio Simples (Art. 121, caput - CP), §6º, pela 3ª Vara Criminal; Roubo Majorado (Art. 157, § 2º - CP), II E Roubo Majorado (Art. 157, § 2º - CP), A, I E Furto Qualificado (Art. 155, § 4o. - CP), I e art 1 da L 9455/97 E Associação Criminosa (Art. 288 - Código Penal), § único E Extorsão (Art. 158 - CP), §1º, CP( 32 vezes) E Furto Qualificado (Art. 155, § 4o. - CP), II, pela 1ª Vara Criminal; Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º - CP), I e IV; Concurso de Pessoas (Arts. 29 a 31 - Cp), pela 2ª Vara Criminal da Capital (duas vezes).

 

 

Quem tiver qualquer informação sobre a localização de Foragidos, favor denunciar pelos seguintes canais: WhatsApp Portal dos Procurados (21) 98849-6099; mesa de atendimento do Disque Denúncia (21) 2253-1177 e  0300-253-1177 (interior); ou em nosso aplicativo para celular "Disque Denúncia RJ ".
O Anonimato é Garantido.



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